Diante da Cruz – Ministério Manancial Louvores – Lagoinha

5 Oct 2011

Vídeo: Yeshua – Diante do Trono no Egito

Autor: rodrigo | Categoria: Louvor, Música Cristã

1 Jun 2011

Vídeo: As Marcas da Igreja – Pr. Gustavo Bessa

Autor: rodrigo | Categoria: Louvor, Pregações

Vídeo da Mensagem pregada pelo Pr. Gustavo Bessa na Lagoinha sobre: As Marcas da Igreja.

Vídeo da Mensagem pregada pelo Pr. Gustavo Bessa no Culto da Igreja Batista da Lagoinha sobre: A intervenção de Deus em nossos plano. Texto base: II Reis 6; 1-7

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (26) que não aprova o kit anti-homofobia que estava em elaboração pelo Ministério da Educação para ser distribuído como material didático às escolas. Segundo ela, o governo não pode interferir na vida privada dos brasileiros. Nesta quarta-feira (25), ela suspendeu a produção e entrega das cartilhas e vídeos contidos no kit.

“O governo defende a educação e também a luta contra práticas homofóbicas. No entanto, não vai ser permitido a nenhum órgão do governo fazer propaganda de opções sexuais”, afirmou, após cerimônia de assinatura de termos de compromisso para a construção de 138 creches.

Segundo Dilma, a função do governo é apenas educar para que se evite agressões e desrespeitos à diferença. “Nós não podemos interferir na vida privada das pessoas . Agora, o governo pode sim fazer uma educação de que é necessário respeitar a diferença, que você não pode exercer práticas violentas contra aqueles que são diferentes de você”, disse.

O kit seria composto por vídeos que tratavam de transexualidade e bissexualidade e que deveriam ser exibidos e debatidos em salas de aula do ensino médio no segundo semestre deste ano. O objetivo do material, composto de três filmes e um guia de orientação aos professores, seria trazer para o ambiente de 6 mil escolas o “tema gay” como forma de reconhecimento da diversidade sexual e enfrentamento do preconceito.

Logo depois do evento, o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou que os vídeos do kit anti-homofobia poderão ser integralmente refeitos.

“A presidenta entendeu que esse material não combate a homofobia. Não foi desenhado de maneira apropriada para promover aquilo que ele pretende, que é o combate a violência. (…) Os vídeos poderão ser integralmente refeitos”, afirmou Haddad.

De acordo com Haddad, o kit anti-homofobia ainda não tinha sido aprovado pelo comitê de publicações do Ministério da Educação. Mesmo depois da rejeição da presidente, o material será avaliado pelo ministério e pela Presidência da República para que seja refeito, mas não será distribuído.

Bancada religiosa

Na quarta, após protestos das bancadas religiosas no Congressso, a presidente determinou nesta quarta-feira a suspensão do kit, informou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

Diante da decisão de Dilma, o ex-governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho (PR-RJ), que participou da reunião com Carvalho, afirmou que estão suspensas as medidas anunciadas pelas bancadas religiosas em protesto contra o “kit anti-homofobia”. Em reunião, os parlamentares haviam decidido colaborar com a convocação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, para que ele explique sua evolução patrimonial.

O ministro Gilberto Carvalho negou ter pedido que os parlamentares desistissem de trabalhar pela convocação de Palocci diante da decisão da presidente sobre o “kit anti-homofobia”.

Fonte: G1

O casamento de papel passado ou no religioso está cada vez mais raro. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o total de matrimônios caiu. Em 2009, foram 935.116, contra 959.901 no ano anterior. Uma redução de 2,3%. Mas ainda há gente que não dispensa o compromisso formalizado. É o caso da empregada evangélica Marilene Batista, 41 anos. Tão consistente era seu sonho de um casamento civil e na igreja que ela não pensou duas vezes e carregou o amado para o altar, sem aviso prévio.

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Recentemente, John Piper entrevistou Rick Warren dando-lhe a oportunidade de falar sobre as inúmeras críticas que ele tem recebido por causa do livro Uma Vida Com Propósitos com relação às questões doutrinárias. Ele foi criticado, por exemplo, por deixar de falar do arrependimento na oração que ele escreveu para os não crentes orarem em seu livro.

Mas apesar das críticas, Rick Warren tem influenciado muitos lugares do mundo com esse livro, caracterizado por sua maneira simples de falar direcionado a diferentes tipos de pessoas, Igrejas, e nações.

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A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) acaba de realizar um feito histórico para o País e para o mundo. Na tarde de 26 de maio, imprimiu e encadernou a Bíblia de número 100 milhões, em cerimônia interna, realizada na Encadernadora da Bíblia.

Na cerimônia compareceram cerca de 100 pessoas, entre membros da Diretoria, funcionários e convidados. A expressiva marca é contabilizada desde setembro de 1995, quando a Gráfica da Bíblia, instalada na Sede Nacional da SBB, em Barueri (SP), foi inaugurada.

“Trata-se de um momento histórico. Celebramos hoje os 100 milhões de Bíblias que Deus nos concedeu para a semeadura de sua Palavra a todas as nações,” afirmou o presidente da SBB, Adail Carvalho Sandoval.

E completou que “a história da Gráfica da Bíblia é também a história de nosso País, que queremos evangelizar e abençoar com a glória de Deus.”

Um dispositivo digital foi instalado nas máquinas da unidade de encadernação para fazer a contagem regressiva até o tão esperado centésimo milionésimo exemplar A Bíblia símbolo dessa marca mundialmente inédita foi justamente uma edição comemorativa, alusiva a essa conquista.

A publicação é composta por duas traduções a Tradução Brasileira, uma tradução histórica, de 1917, a primeira a ser feita totalmente no Brasil, e a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, tradução pioneira, lançada no ano 2000, responsável por trazer o conteúdo bíblico em uma linguagem mais simples e fácil de ser compreendida pela população brasileira.

O diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer, homenageou todas as pessoas envolvidas no trabalho de produção bíblica, desde a inauguração da Gráfica da Bíblia. “Todos tiveram papel fundamental para que chegássemos a esse número, mas esse feito, alcançado em tão pouco tempo, não é nosso. é de Deus.”

“A Bíblia nos mostra em diversas passagens que Deus sempre multiplica o que a ele interessa. E Deus quer que esta boa notícia seja abundante, para fazer brotar e espalhar seu perdão e amor,” declarou.

O secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert, reiterou a gratidão a Deus: “Quando a Gráfica foi inaugurada, nenhum de nós imaginava que esse momento abençoado chegaria tão rápido. é hora de agradecer e reverenciar a difusão da Palavra de Deus.”

Desde a sua inauguração, a Gráfica da Bíblia representou um verdadeiro divisor de águas na produção, encadernação e distribuição de literatura bíblica no Brasil. Hoje, constitui-se um dos maiores centros produtores de Bíblias do mundo.

6 Dec 2010

Decisão de Lula foi “decepção” para Israel

Autor: rodrigo | Categoria: Notícias

Israel lamentou neste sábado (4) a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de reconhecer o Estado palestino de acordo com as fronteiras de 1967.

“Israel lamenta e expressa sua decepção depois da decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotada um mês antes de passar o poder para a presidente eleita Dilma Rousseff”, indica um comunicado do ministério israelense de Relações Exteriores.

Segundo a nota publicada na sexta-feira pelo ministério brasileiro das Relações Exteriores, o reconhecimento de um Estado palestino responde a um pedido pessoal feito pelo presidente da Autoridade palestina, Mahmoud Abbas, a Lula, em 24 de novembro passado.

“Por considerar que o pedido apresentado por sua Excelência é justo e coerente com os princípios defendidos pelo Brasil para a questão palestina, o Brasil, por meio desta carta, reconhece o Estado Palestino nas fronteiras de 1967″, diz o texto.

No comunicado, Lula reitera a necessidade de tornar realidade “a legítima aspiração do povo palestino a um Estado unido, seguro, democrático e economicamente viável, coexistindo em paz com Israel”.

Uma nota oficial da chancelaria brasileira também recordou que, desde 1998, a representação da Delegação Especial Palestina em Brasília goza de tratamento “equiparado aos de uma embaixada, para todos os efeitos”.

O ministério israelense das Relações Exteriores reagiu dizendo que a decisão do governo brasileiro “constitui uma violação dos acordos interinos assinados entre Israel e a Autoridade palestina e que estipulam que o tema do futuro da Cisjordânia e da Faixa de Gaza será discutido e definido mediante negociações”.

Os legisladores americanos também criticaram na sexta-feira a decisão do Brasil de reconhecer o Estado palestino com as fronteiras de 1967, afirmando que é “extremamente imprudente” e “lamentável”.

A decisão brasileira “é lamentável e só vai prejudicar um pouco mais a paz e a segurança no Oriente Médio”, afirmou Ileana Ros-Lehtinen, que lidera os republicanos na comissão de Assuntos Externos da Câmara de Representantes.

Ros-Lehtinen disse ainda que “as nações responsáveis” devem esperar para dar esse passo até o retorno de palestinos às negociações diretas com Israel.

A comunidade internacional apoia as demandas palestinas por um Estado em praticamente toda a Faixa de Gaza, a Cisjordânia e Jerusalém oriental, todos os territórios ocupados por Israel em 1967, na Guerra dos Seis Dias.

Mas os Estados Unidos e a maioria dos governos ocidentais são reticentes em reconhecer um Estado palestino, afirmando que isso deve ser alcançado através de uma negociação de paz com Israel.

A postura do Brasil também gerou a ira do legislador democrata Eliot Engel, que a classificou de “extremamente imprudente”, acrescentando que significava “o último suspiro de uma política externa (brasileira) que se isolou muito sob o governo de Lula”.

Engel citou as atitudes de Lula de “mimar” o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, e advertiu que o Brasil “quer se estabelecer como uma voz no mundo, mas está fazendo as escolhas erradas”.

“Só podemos esperar que a nova liderança que vem para o Brasil mude o curso e entenda que este não é o caminho para ganhar a preferência como uma potência emergente, ou para se tornar um membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas”.

“O Brasil está enviando uma mensagem aos palestinos de que eles não precisam fazer a paz para obter o reconhecimento como um Estado soberano”, disse Engel.

Ele acrescentou que deu “um forte apoio ao Brasil como uma democracia dinâmica e diversificada, que um dia terá seu lugar ao lado as principais nações do mundo”.

6 Dec 2010

Bancada evangélica cobra CPI do Aborto

Autor: rodrigo | Categoria: Música Cristã, Notícias

Duas semanas após o resultado das eleições presidenciais, a bancada evangélica da Câmara procurou o comandante da Casa e vice-presidente eleito, Michel Temer (PMDB-SP). A intenção do grupo era apresentar a fatura do armistício cristão que estancou a crise que atingia a candidatura da presidente eleita, Dilma Rousseff, em pleno segundo turno, quando seu adversário, José Serra (PSDB), focou o discurso na polêmica da legalização do aborto. Vinte parlamentares de diferentes cores partidárias, mas com afinidade religiosa, levaram a Temer uma pauta que a bancada pretende ver vingar nessa legislatura. Os evangélicos pediram ao presidente que “sensibilizasse” os líderes de partidos governistas a indicar nomes para a instalação da CPI do Aborto. “Queremos começar a legislatura com ela (a CPI) instalada. Não cobramos no período eleitoral porque alguns setores diriam que seria para reforçar aquele debate. Deixamos passar e foi a nossa reivindicação”, afirma o presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO).

O deputado explica que o foco da CPI é investigar as clínicas que fazem aborto de forma ilegal e o mercado de medicamentos abortivos. A “pré-pauta” apresentada a Temer também incluía pedido de prioridade na apreciação do Estatuto do Nascituro — que trata dos diretos da “pessoa humana” no período da gestação e lista “deveres” da família em proteção do feto, acabando com a possibilidade de qualquer aborto legal no país — e o projeto da chamada Lei Muwaji, que atribui à Fundação Nacional do Índio a responsabilidade de atuar contra casos de infanticídios em aldeias. A bancada evangélica marcou posição, ainda, contra propostas em análise. “Falamos sobre o projeto que busca legalizar a prostituição como profissão. Nós temos posição contrária”, pontua Campos.

O presidente da frente parlamentar afirmou que a pauta do encontro com o presidente da Câmara só não foi maior porque precisa esperar os novos parlamentares assumirem. A bancada evangélica cresceu 67% nessa eleição, segundo Campos, e o poderio do grupo foi lembrado durante o encontro. “Fomos cumprimentar o presidente da Casa pela eleição e compartilhar o resultado alvissareiro da nossa representação, que passou de 43 deputados para 72. Esse crescimento se dá em função da capacidade de organização política do segmento e da maturidade que adquirimos a cada eleição.”

Contraponto
O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que também integra a bancada, é contra a criação da CPI ainda este ano. Cunha afirma que o encontro da bancada foi com o “presidente da Câmara” e não com o candidato eleito. “A hora não é de se discutir CPI, ainda mais que ela só poderia ser criada no ano que vem, quando o Michel (Temer) nem estará mais no Congresso. Não devemos discutir isso como fatura eleitoral. O Michel não será mais presidente da Câmara em 45 dias.”

O peemedebista lembrou a carta-compromisso que a presidente eleita encaminhou aos evangélicos como garantia de seu discurso de candidata. Para o deputado, o compromisso é suficiente para o segmento. “A Dilma já assinou documento se comprometendo a não mandar proposta que afronte a família para o Congresso. Essa foi a nossa fatura eleitoral. A não ser que ela não mantenha o compromisso, o que eu não acredito, estamos atendidos em nossos pleitos.”

Início da fase das definições
A presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), decidiu prolongar a estadia em Porto Alegre e desmarcou as reuniões agendadas para ontem em São Paulo. Inicialmente, a agenda da petista previa a volta a Brasília no fim do dia para dar início à fase mais turbulenta da transição — a correlação de forças entre aliados na composição da Esplanada dos Ministérios. O retorno, contudo, pode ser postergado para amanhã. O coordenador da transição, José Eduardo Dutra, entregará um relatório com as reivindicações feitas pelos partidos da base aliada.

De certo, existe apenas a certeza de acomodação dos nomes centrais da campanha de Dilma. Os deputados federais Antônio Palocci (PT-SP) e José Eduardo Cardozo (PT-SP), além do peemedebista Moreira Franco, devem receber cargos no primeiro escalão. Palocci já foi cogitado na Fazenda, na Saúde, no Planejamento, na Casa Civil e, mais recentemente, no Ministério das Comunicações — mesmo lugar em que o PMDB pretende, inicialmente, escalar Franco. Cardozo foi ventilado para a pasta de Justiça.

Como presidente do PT, Dutra dificilmente será nomeado ministro — as duas funções seriam incompatíveis. O provável é que ele assuma o mandato de senador de Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), em vez de ficar com um ministério. Tirando os homens fortes da campanha, nomes bem cotados são os dos senadores Edison Lobão (PMDB-MA), que já teria o retorno ao Ministério de Minas e Energia confirmado, e Aloizio Mercadante (PT-SP), com fim de mandato marcado para dezembro. A permanência na Esplanada de Guido Mantega, atual ministro da Fazenda, e de Paulo Bernardo, do Planejamento, também são dadas como certas, ainda que possa ser em pastas diferentes das atuais.

Fonte: Correio Braziliense